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Archive for Abril, 2007

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Os climas temperados marítimos têm este aspecto: Muita vegetação e elevada humidade. A chuva ocorre ao longo de todo o ano e não há meses secos. A floresta de folha caduca predomina. A menor radiação solar no início do Outono faz amarelecer e secar as folhas que acabam por cair, reaparecendo na primavera seguinte. As árvores têm mais folhas quando a sombra é mais necessária, ou seja, no Verão quando, ao contrário do Inverno, a radiação solar é mais intensa e os dias são mais longos.

Os campos agrícolas destes climas têm uma estrutura muito particular: os campos são delimitados por pequenos muros que tornam a propriedade muito dividida. São os chamados Campos Abertos dos climas mais húmidos. As fotos da esquerda e da direita (de uma região inglesa) é um exemplo destes Campos  delimitados por muros.

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Fonte: National geographic 

Exemplos americanos (em Portland) do efeito da altitude no clima. As regiões envolventes desprovidas de gelo e as montanhas em fundo com os cimos completamente brancos, atestanto condições climáticas muito diferentes das registadas a altitudes mais baixas. Em alguns casos, nem mesmo a subida das temperaturas no Verão é sufuciente para a fusão destas extensões de neve e gêlo. Os topos brancos mantêm-se ao longo de todo o ano.

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Este Blog pretende ser o sucessor dos blogs “Observando a Terra” e o Nosso Mundo – A Nossa Casa” do Blogger. Como professor de geografia tentei manter estes dois blogs, o primeiro para o sétimo ano de escolaridade e o segundo para o nono ano. Foi muito importante para alguns dos meus alunos, mas não tenho tempo para manter dois Blogs em separado.
Como considero que o Blog é importante para o ensino de uma disciplina com reduzida carga semanal, de forma a mater os alunos “ligados” à disciplina, decidi “fundir” os outros dois blogs num único.
A função do Geographicae é apoiar todos os alunos de geografia de qualquer ano de escolaridade, mesmo aqueles que não são meus alunos, mas que se interessam pelos assuntos da disciplina de Geografia. É pois um Blog sobre a Geografia e o ensino da Geografia.
Dos professores (e não só os de Geografia) agradeço contribuições, críticas e sugestões.
Pedro Tildes Gomes

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Esta imagen de stálite sobre o Sul da Gronelândia motra bem o rigor do clima polar e suboplar. Só uma pequena faixa costeira está sem gêlo. Todo o interior da grande Ilha está coberto de gêlo, que em alguns locais pode chegar aos 3 kms de espessura. A Gronelândia só é habitada, por isso, na sua parte mais meridional (Sul), pois é a mais quente e a única onde alguma forma de agricultura é ainda possível.

Na imagem em cima vê-se perfeitamente um aspecto da Tundra no Sul da Gronelândia. Também áreas já completamente desprovidas de vegetação e “restos” de gêlo nos picos montanhosos mais elevados. De notar também o elevado número de pontos brancos na água que não são mais do que icebergs “à solta” pelos “fjords” (vales muito escarpados formados pela acção erosiva de glaciares antigos que foram invadidos posteriormente à sua fusão pela água do mar)
Em cima um aspecto de uma pequena povoação na Gronelândia. De facto, não vive muita gente por estas paragens. Esta é a época mais quente do ano e, mesmo assim, ainda há vestígios de gêlo.

Mais um aspecto das habitações típicas do Sul da Gronelândia. O colorido das casas contrasta com a escuridão invernal e com o tempo quase sempre “cinzento” e frio que se faz sentir ao longo de todo o ano

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O efeito de estufa existe na Terra desde a formação da sua atmosfera. à distância que a Terra se encontra do Sol não seria possível, sem uma acumulação de calor, atingir as temperaturas que se registam hoje na Terra e, consequentemente, existir vida tal qual a conhecemos. Está estudado que na ausência de efeito de estufa natural a temperatura na Terra seria 33ºC mais baixa(!!!!). Isto significa, por exemplo, que se a temperatura média em Portugal varia, mais ou menos, entre os 14ºC e os 17ºC, sem efeito de estufa ela seria de aproximadamente -18ºC em média. Assim, teríamos com toda a certeza um clima polar onde sómente no Verão a temperatura pouco ultrapassaria os 0ºC.

A figura mostra que da radiação solar que chega à Terra (1) parte dela (+/- 30%) é logo reflectida para o espaço (2) não atingindo a superfície. 70% chega às camadas mais baixas da atmosfera (3). A Terra tem a capacidade de transformar a radição solar em calor(radiação terrestre, calor ou radiação infravermelha) e parte desse calor fica retido na atmosfera (5) por acção dos gases com efeito de estufa (vapor-de água, dióxido de carbono, metano óxidos de azoto, só para falar nos mais importantes), enquanto que outra parte é enviada para o espaço (4).

A atmosfera terrestre funciona como uma estufa: é permeável à radição solar mas retém parte do calor posteriormente emitido pela Terra.

As actividades humanas estão a reforçar este efeito de estufa natural, pela produção de grandes quantidades de gases de efeito de estufa provenientes da actividade industrial, agricultura, queima de combustíveis fósseis, transportes, etc. A atmosfera fica cada vez mais densa com o aumento destes gases retendo cada vez mais calor nas baixas camadas da atmosfera.

Se uma só erupção vulcânica como a do Monte Pinatubo pode ter consequências climáticas relativamente graves… Imaginem agora as consequências que a emissão de quantidades enormes de poluentes poderá ter ou já estar a ter no clima mundial!…

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Em 1991 o Monte Pinatubo nas Filipinas entrou em erupção, lançando para a atmosfera toneladas de cinza e gás. A núvem da erupção (que a figura mostra) chegou mesmo a penetrar na estratosfera (a camada que se situa acima da troposfera). De lembrar que a estratosfera se encontra entre, aproximadamente os 10km e os 50 km de altitude.
A erupção originou também a produção de 15 milhões de toneladas de dióxido de enxofre que deram origem à queda de chuva ácida.
A estratosfera tem fraquíssimas quantidades de vapor-de-água e, também por isso, a formação de núvens a esta altitude é muito diminuta. Por isso, os poluentes que aí se acumulam, neste caso poluentes naturais, são “lavados” com muito maior dificuldade. Os fortes ventos da estratosfera foram responsáveis pela distribuição global destas cinzas e gases, em especial na região equatorial. Em consequ~encia, nos dois anos seguintes a temperatura global da Terra baixou ligeiramente, pois menor quantidade de radição solar chegou à troposfera devido a estas cinzas que tornaram a atmosfera mais opaca.

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A chuva nos desertos é um acontecimento raro mas real. A precipitação ocorre de forma concentrada no espaço e no tempo, isto é, cai em grande quantidade num curto espaço de tempo e em locais geograficamente restritos.

A chuva dos desertos dá origem a vários ribeiros temporários que secam horas após o episódio chuvoso. Estes ribeiros têm, apesar da sua curta exitência, uma forte capacidade erosiva.
Nesta imagem vê-se perfeitamente o efeito da cuva forte em dunas de areia no deserto no norte do México. O impacto das gotas seguido de alguma (pouca) escorrência superficial levaram à formação de pequenos deslizamentos de terra na camada mais superficial da duna.
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