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Archive for Maio, 2007

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A Lagoa das Sete Cidades a ocidente da Ilha de São Miguel. Na relaidade, são duas lagoas: a lagoa verde, em primeiro plano e, a lagoa azul, em segundo plano. Esta diferença de côr bem visível na Imagem resulta da diferentes vegetação lacustre no fundo dos lagos e do diferente reflexo das suas margens. Em dias de céu coberto ou de nevoeiro (muito comum a esta altitude) a diferença de cores não é visível. Esta imagem é, talvez, a mais divulgada mundialmente dp Arquipélago dos Açores. É o postal turístico por excelência…

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A Lagoa do Fogo tem uma paisagem mais “selvagem” do que a das Sete Cidades, por não ter ocupação humana. É por isso que alguns dizem que é mais bonita e interessante, por estar num estado muito próximo do natural. Um dia com um estado de tempo como o retratado na Imagem é muito raro. A altitude da lagoa coloca-a no designado andar de nevoeiro e, por isso, o céu está frequentemente muito nublado e com intensos nevoeiros.

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O relevo da Ilha de São Miguel (Açores) de acordo com um modelo utilizado pelo Projecto CLIMAAT. Podem distinguir-se três grandes vulcões que, após as últimas erupções, se transformaram em extensas caldeiras. A Ocidente temos a caldeira da Lagoa das Sete Cidades, na região central da Ilha a caldeira da Lagoa do Fogo e, na parte mais oriental, a caldeira da Povoação, cuja vertente Sul já se desmoronou, fruto da acção erosiva do mar. Veja-se a rede hidrográfica que se organiza em função destes antigos vulcões. É um padrão de drenagem dito radial, que se faz do centro para a periferia, ou seja, dos cumes das caldeiras vulcânicas para a base.

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Um aspecto das Montanhas Rochosas.

Uma extensa Cordilheira que se estende do Canadá até ao Mexico. Atravessa, pois, todo o território ocidental dos EUA. Para além de muito extensa em latitude, esta cadeia de Montanhas é igualmente extensa em largura.

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A oriente desta cadeia de montanhas, no sudoeste dos EUA está o Grand Canyon. É uma “garganta” formada pelo Rio Colorado ao longo de seis milhões de anos. tem 446 km de comprimento, portant, praticamente o comprimento de Portugal de Norte a Sul! Pode atingir profundidades de perto de 1,6 km, ou seja, 1600m. São profundidades superiores a 3 Serras da Arrábida, uma Serra do Marão, ou quase, uma Serra da Estrela.

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As curvas de nível são linhas que unem pontos de igual altitude. A partir delas podemos fazer uma interpretação do relevo. POdemos marcar os topos das principais elevações, marcar os fundos de vale, vrificar se as vertentes são íngremes ou suaves, e até, inferir sobre a forma das vertentes. mas o pormenor do mapa topográfico não é suficiente para nos dar todos os pormenors e aspectos do relevo. tal pode ser visto na figura em cima. Alguns aspectos, como pequenas escarpas ou relevos de dureza (elevações que surgem devido à erosão diferencial e que se constituem por pequenas elevações) e a forma de pormeno dos vales, poderão não ser possveis de verificação a partir de uma mapa topográfico. Um estudo mais pormenorizado do relevo implica mapas de escala maior e muito trabalho de campo.

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Aspecto do relevo a oriente de Porto Covo. Em frente a Serra do Cercal e os aerogeradores

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Haja esperança! 

ONU considera possível e barato combater o aquecimento    

   Antigamente, o clima estava intimamente relacionado com fenómenos naturais. As catástrofes que sempre aconteceram eram o resultado dos “caprichos” da natureza. Agora, sabe-se que as mudanças climáticas e consequentes catástrofes naturais (as quais se têm vindo a intensificar nos últimos anos) são também resultado da actividade humana: a poluição, o aquecimento global do planeta, o efeito estufa, erros ambientais e ecológicos, … são problemas que estão em debate. Será que já não há solução e que a humanidade está a caminhar para o princípio do fim?Segundo um artigo publicado no jornal “Público” (05/ 05/ 07), combater as alterações climáticas é urgente, possível e relativamente barato. É esta a principal conclusão de mais um relatório da ONU sobre o aquecimento global, divulgado em Banguecoque no dia 4 de Maio. O novo relatório, feito a partir de outros, concebidos pelo IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) conclui que as emissões de gases que estão a aquecer o planeta – como o dióxido de carbono – subiram setenta por cento entre 1970 e 2004. A acção tem de ser imediata! Para limitar a dois graus Celsius o aumento da temperatura global até 2100, as emissões de gases só podem continuar a subir até 2015. A partir daí, têm de começar a descer, para estabilizar a temperatura global!

Para alcançar tal objectivo, foram propostas as seguintes mudanças:

 As energias renováveis devem chegar aos 30% – 35& da electricidade consumida em todo o mundo. Estão-se a estudar novas tecnologias em que será possível o armazenamento subterrâneo do dióxido de carbono.

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Transportes menos poluentes

Relativamente aos transportes, está-se a pensar utilizar os transportes de massa e também começar uma segunda geração de biocombustíveis, aviões mais eficientes e melhores carros eléctricos e híbridos. fig-2.jpg

  

Edifícios inteligentes

Cerca de trinta por cento das emissões de gases relacionadas com os edifícios podem ser evitadas até 2030 sem custos e, pelo contrário, com poupanças para o cidadão. Há tecnologias disponíveis em todo mundo: lâmpadas de baixo consumo, electrodomésticos mais eficientes, painéis solares e melhores materiais de construção, entre outros. Espera-se uma maior disseminação de edifícios inteligentes.

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 Indústrias mais ecológicas

Nas indústrias existem inúmeras opções para reduzir as emissões de energia. No entanto, nem todas estão a ser utilizadas. Melhorias significativas podem ser obtidas através da reconversão das indústrias mais antigas, por exemplo. Aposta-se no armazenamento do dióxido de carbono das fábricas, além de mais avanços na eficiência ergética.

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A importância das florestas

Por último, em relação às florestas, será possível reduzir as emissões nas florestas e aumentar a sua capacidade de absorver  CO2 carbono. Cerca de sessenta e cinco por cento do potencial para esta última actividade está nos trópicos, metade do qual reduzindo a desflorestação. Conta-se também com o desenvolvimento de espécies mais produtivas de árvores, até 2030.

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Principais conclusões dos relatórios do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC):

 ·        2 de Fevereiro – a base científica               

O aquecimento da Terra é uma realidade. Há 90 por cento de certeza de que o ser humano é responsável pela maior parte do aumento da temperatura global desde 1950. Os termómetros poderão, assim, subir entre 1,1 e 6,4 graus Celsius até 2100 e o nível do mar, entre 18 e 59 centímetros.

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Veneza está a afundar-se. A frequência e a intensidade das inundações têm vindo a aumentar: desde o início do séc. XX a praça de São Marcos ficava submersa cerca de 10 vezes ao ano; nos anos 80 registaram-se em média 40 ocorrências e em 2000 um destes episódios submergiu 93% de Veneza atingindo uma altura de 65 cm acima da praça de São Marcos. Com a subida do nível das águas a nível mundial e com a degradação ambiental das águas em torno de Veneza o problema agrava-se de dia para dia..

·        6 de Abril – impactos, adaptação e vulnerabilidade             

 Já estão a ser observados efeitos do aquecimento global nos sistemas naturais. No futuro, alguns impactos prometem ser desastrosos: escassez de água, cheias, secas, espécies em risco de extinção, zonas húmidas destruídas. Os países mais pobres, como sempre, serão os mais afectados. Na Europa, Portugal será um deles.

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 Em muitas partes do país, o mês de Janeiro de 2005 foi o Janeiro mais seco em mais de 100 anos. O impacto dramático da seca é evidente neste par de imagens. O verde das florestas e campos de Portugal que uma imagem de 11 de Fevereiro de 2004 evidenciava, desapareceu da imagem tirada em 13 de Fevereiro de 2005. Em 2005, a paisagem aparece com uma cor azeitona escura e castanha, reveladora de como a vegetação definha face à seca.

 ·        4 de Maio – mitigação ou prevenção das alterações climáticas? 

          Se nada for feito, as emissões de gases com efeito de estufa poderão subir de 25 a 90 por cento até 2030. É preciso, pois, alterar, URGENTEMENTE, estilos de vida e atribuir um preço ao carbono. Precisamos de apostar na prevenção! 

fig-8.jpgFornos Solares

fig-9.jpgUso controlado de pesticidas, agricultura biológica

fig-10.jpgHabitações ecológicas

 fig-11.jpgUm pequeno gesto pode fazer a diferença!

                                                            Fonte:                                                                                              Jornal Público, Sábado 5 de Maio 2007 

 

                                                                           Trabalho realizado por                                                                            João Pessoa e Silva, 7º E

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Publicação: 10-05-2007 21:06    |   Última actualização: 10-05-2007 21:08

Emissões mundiais de CO2
Aumentaram 16 por cento numa década

As emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2) aumentaram 16 por cento entre 1990 e 2003, segundo um relatório do Banco Mundial que indica que Portugal quase duplicou este valor no mesmo período.

Segundo a edição deste ano do “Pequeno Livro Verde” do Banco Mundial, que reúne dados relativos ao ambiente e desenvolvimento de 200 países, as emissões de CO2, o principal gás causador do efeito de estufa, continuam a crescer sendo originadas em partes iguais pelos países industrializados e em vias de desenvolvimento.

Em 1960, os países em desenvolvimento representavam apenas um terço do total das emissões mundiais.

O relatório refere que a poluição provocada por dióxido de carbono tem crescido mais rapidamente nos países mais pobres, sobretudo no Sudeste Asiático.

Mas a tendência de crescimento é também visível nos países mais ricos, sobretudo nos Estados Unidos da América (EUA) e no Japão que registaram um forte incremento das emissões de CO2 entre 1990 e 2003 (20 e 15 por cento respectivamente).

Os países da União Europeia tiveram um aumento global de três por cento, mas Portugal cresceu muito acima desta média (26,5 por cento entre 1990 e 2003).

Como grupo, os países mais ricos estão claramente a derrapar face aos compromissos do Protocolo de Quioto, que estabelece uma redução média das emissões de 5,2 por cento até 2012, face aos níveis de 1990.

Os países da Europa de Leste e da Ásia Central são a excepção devido aos efeitos da recessão dos anos 90.

Em 2003, 22 por cento do total das emissões mundiais eram originadas nos EUA, seguindo-se a China com 16 por cento e a União Europeia com 10 por cento.

A Federação Russa era o quarto principal poluidor (seis por cento), seguida de perto pela Índia e pelo Japão (cinco por cento cada).

De acordo com o relatório, no grupo dos países em desenvolvimento, a China e a Índia são os maiores poluidores.

Na China, as emissões de CO2 aumentaram 1,7 milhões de toneladas entre 1990 e 2003 (mais 73 por cento) e na Índia 700 milhões de toneladas (mais 88 por cento).

Com Lusa

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