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Archive for 1 de Maio, 2007

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Duas depressões próximas uma da outra nas proximidades da Islândia, no Atlântico Norte. São duas depressões muito activas com ventos muito fortes no seu centro. Por vezes provocam uma ondulação tal no Atlântico Norte que acaba por se fazer sentir na costa ocidental portuguesa. A região da Islândia é conhecida pelo seu “mau tempo”, pois a frequência desta depressões é muito elevada mesmo nos meses de Verão. As setas foram colocadas por mim para indicar a direcção predominante dos ventos e para indicar o movimento no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio que as depressões registam no Hemisfério Norte.

PTG

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Uma imagem de uma depressão barométrica muito cavada sobre o Oceano pacífico, obtida por satélite meteorológico. A designação “muito cavada” é utilizada para designar uma depressão com registos de pressão muito baixos no seu centro. Reparem como as núvens se organizam numa espiral, movimentando-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Na figura foi assinalada por mim a direcção dos ventos, tentando dar uma imagem da circulação do ar na depressão. Pode ainda dizer-se que no centro da pressão o vento é muito forte. Esta depressão ocupa uma área de vários milhares de Km2. Não é um ciclone tropical, ou seja um furacão, é uma depressão das latitudes médias como as que podem surgir no Atlântico Norte e influenciar o estado de tempo em Portugal continental.

PTG

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O André  Gonçalves do 7º E arranjou umas fotografias fantásticas que o seu irmão tirou nos picos mais elevados da Guatemala. As imagens são fantásticas e mostram vários aspectos geográficos das áreas montanhosas deste país da América Central. Mostram, acima de tudo, o prazer de viajar por esse mundo fora e captar com a máquina fotográfica momentos absolutamente fantásticos.

Este post marca o início de um novo tema neste blog: A visita de estudo. Espero pelas vossas contribuições de viagens que tenham efectuado para as podermos “aproveitar” para a disciplina de Geografia.

Podes “clickar” nas imagens para as aumentar

Obrigado André e, claro, ao irmão…

Algumas informações prévias e úteis sobre a Guatemela

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A Guatemala é o terceiro maior país da América Central. Limita-se ao Norte e a Oeste com o México, ao Sul com o oceano Pacífico e a Leste com Honduras, Belize e El Salvador. Assim como outros países centro-americanos, a Guatemala possui diversos lagos, cadeias de montanhas, que são prolongamento da Serra Madre mexicana, e grandes vulcões – alguns chegam a atingir mais de 4.000m de altitude e ainda estão ativos, como o Tajumulco, de 4.210m e o Tacaná, de 4.093m. Ao Sul e a Leste as altitudes são menores. O Vale Motagua, na planície de El Petén, é um dos principais campos de fósseis de dinossauros. É também a região mais fértil do país e onde se concentram as principais atividades econômicas, com destaque para o cultivo do milho e a banana. Na região próxima ao Pacífico, as plantações de cana-de-açúcar e café são as mais importantes. A temperatura é quente nas planícies e fria nas montanhas. No litoral do Pacífico, o clima é o tropical, e na costa caribenha os termômetros chegam a atingir 38ºC. Na floresta da planície de El Petén o clima é quente, e o grau de umidade varia de acordo com a época do ano.

(Fonte: Wikipédia)

No mapa hipsométrico em baixo pode ver-se que as maiores altitudes são observadas junto à costa do Pacífico. O Norte e o Nordeste do País é bastante mais plano e com altitudes mais baixas. No mapa estão assinaldas as principais cadeias de montanhas e os vulcões mais elevados.

ACTIVIDADE

Tenta identificar os nomes dos principais vulcões e das principais Serras da Guatemala

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1ª Paragem – No Sopé

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As primeiras vistas sobre alguns cones vulcânicos de grande altitude. No sopé pode cer-se a ocupação humana pea exist~encia de aglomerações urbanas e actividade agrícola. A agricultura é uma actividade importante nas regiões vulcânicas pois o solo é muito rico e extremamente produtivo. O clima tropical também ajuda bastante pois há calor e humidade.

Com algum esforço também odemos ver a alteração da vegetação coma a altitude. Reparem que o topo aparece algo desprovido de vegetação atestando o agravamento das condições climáticas com a altitude.

2ª Paragem – Acima das núvens

Perto do topo e no topo destes grandes cones vulcãnicos a vista é fantástica!! A altitude é tal que estamos acima das núvens. À nossa frente um extenso mar de núvens de onde emergem “pequenas Ilhas” que são os cimos dos cumes vizinhos. Abaixo deste andar de núvens poderá estar mesmo a chover. Aqui em cima o céu está limpo, mas está frio. A altitude faz descer a temperatura á razão média de 0.6ºC/100m.
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3ª Paragem – O Pôr-do-Sol acima das núvens

Chega o final do dia e já tomada a decisão de descer e voltar a altitudes mais baixas. O Pôr-do-Sol a esta altitude é fantástico. à superfície já será de noite. A esta altitude o Sol põe-se mais tarde. Faz lembrar um ocaso no mar, só que neste caso é um mar de núves. A vegetação é quase inexistente mas a beleza natural destas paragens é inegualável. A descida será longa e já feita durante a noite. É preciso cuidado pois vamos atravessar novamente o andar de núvens durante a noite.

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Mais uma vez, um grande obrigado ao irmão do André

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