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Archive for Junho, 2008

 

A Agricultura em Portugal



 

Realizado por:

João Lopes

 

Introdução

 Este trabalho foi realizado de modo a dar continuação à revista de geografia que tem tido grande êxito.

Neste trabalho vou abordar o tema da evolução da agricultura em Portugal, neste ano lectivo já foi dada a agricultura mas apenas em termos mundiais eu vou tentar especificar o caso português.

 

 Agricultura em Portugal

Agricultura passou a ser praticada a partir da revolução neolítica e desde essa data ela tem-se difundido e evoluído. Hoje a agricultura continua a ser uma actividade económica importante mas também a mais sensível a determinados factores como:

  • Clima

O clima em Portugal é temperado e por isso muito propício à agricultura pois a queda sazonal das folhas transmite matéria orgânico (humos) para o solo. Devido ao clima quente e seco no verão e frio e chuvoso no Inverno a videira, o sobreiro e o pinheiro sãos as principais culturas em Portugal, pois conseguem crescer com a pouca água que existe no verão e ás geadas no Inverno, mas existem já maneiras de plantar espécies em outros países de clima diferente uma dessas maneiras é: o uso de estufas a drenagem de campos e a irrigação.

 

  • Relevo

O relevo em Portugal é contrastado, no Norte o relevo é mais acidentado enquanto no Centro e Sul é mais plano, é devido a isso que a agricultura é mais importante no Alentejo e é também o motivo da existência de tanta vinicultura no Norte de Portugal (onde se faz o conhecido vinho do Porto que infelizmente é mais explorado pelos estrangeiros). Nos Açores e Madeira o relevo é mais acidentado devido à sua origem (vulcânica). Existem poucas montanhas em Portugal que são: a Arrábida, a Serra da Estrela, o Geres e o Buçaco. A dificuldade de cultivar numa montanha tem a ver com as chuvas que lavam o solo de nutrientes e por vezes de terra deixando-o e mm rocha nua, mas existem já maneiras de evitar isso construindo socalcos ainda assim a agricultura praticada seria tradicional devido à impossibilidade da chegada de máquinas a esses locais.

 

  • Solo

O Solo como já antes fora dito é rico devido a localização geográfica de Portugal ser numa zona temperada onde existe a queda sazonal de folhas que leva a uma boa concentração de humos no solo que os torna mais férteis. Nas zonas frias devido ao gelo também são pobres em nutrientes e nas zonas desérticas e tropicais também são pobres devido à existência em pouca quantidade de matéria orgânica, mas com o uso de adubos químicos já se consegue enriquecer os solos de maneira a ser mais fácil a prática da agricultura. No Norte de Portugal a agricultura é tradicional devido o relevo montanhoso e no sul e centro a agricultura é mais moderna pois já existem mais planícies e as propriedades são maiores

 

  • Desenvolvimento tecnológico e científico

O desenvolvimento tecnológico e cientifico é o uso de tecnologia humana para a agricultura que foi evoluindo da descoberta dos metais, para a máquina a vapor até os tractores de hoje em dia. Em Portugal devido em parte à extinção do morgadio as terras são demasiado pequenas para uso de máquinas e para o desenvolvimento tecnológico.

 

  • Tradições culturais

Tradições culturais já não são muito importante devido a que a agricultura já não é tão influenciada por isso, apenas nalgumas tribos de África e/ou América .

 

 

Agricultura tradicional

 

  • É uma agricultura de subsistência, ou seja para consumo próprio.
  • É mais praticada nos países subdesenvolvidos:
    • África
    • América Latina
    • Ásia
  • Possui um carácter rudimentar e rotineiro
  • Utiliza técnicas e instrumentos rudimentares/simples
  • Utiliza fertilizantes naturais
  • Possui um baixo rendimento agrícola, ou seja, tem pouca produtividade.
  • È praticada em explorações agrícolas de reduzida dimensão
  • Adopta a policultura
  • É praticada em regime extensivo
  • Ocupa uma grande percentagem da população activa

 


 

 Agricultura Moderna

  • É uma agricultura de mercado, ou seja, praticada para depois vender.
  • Possui carácter científico
  • Ocupa uma reduzida percentagem da população activa
  • Utiliza produtos químicos
  • Possui um elevado rendimento agrícola e altos valores de produtividade
  • É praticada em explorações agrícolas de grande dimensão (emparcelamento)
  • Adopta a monocultura
  • Praticada em regime extensivo
  • Praticada nos países desenvolvidos

 

 

Agricultura de Plantação

A Agricultura de plantação não passa de empresas vindas de países desenvolvidos para regiões tropicais para cultivarem plantas impossíveis de cultivar em regiões temperadas

 

Conclusão

Neste trabalho aprendi que existem diferentes tipos de cultura e como funcionam Aprendi também as influencias que a agricultura sofre em Portugal do clima, relevo tradições culturais, solo, e o desenvolvimento tecnológico e científico.

 

 

Bibliografia

www.arikah.net

www.greenpeace.org

www.beltectangua.com.br

charroco.blogs.sapo.pt

fesrvsd.fe.unl.pt/WPFEUNL/WP2000/wp391.pdf

web.educom.pt/…/Ambiente/Mapas/MapaAgr.JPG

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Aumento das temperaturas na costa Leste dos EUA foi anterior à emissão massiva de gases com efeito estufa

 

Recentemente, um grupo de cientistas holandeses e norte-americanos descobriu que o aumento das temperaturas na Costa Leste dos EUA foi anterior à emissão massiva de gases com efeito estufa, ou seja, há cerca de 55 milhões de anos. Esta descoberta, demonstra que a alteração climática se deu antes do aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2).

 

Para chegar a esta conclusão, os especialistas analisaram sedimentos recolhidos no estado norte-americano de Nova Jersey, nos quais encontraram vestígios, de alterações climáticas e do aquecimento do Oceano, dos anos situados nos períodos pré-históricos do Paleoceno (65-55 milhões de anos atrás) e do Eoceno (53 milhões de anos atrás).

 

Porém, os especialistas afirmaram ignorar a causa que gerou aquele aquecimento, pelo que não tiram a hipótese de que se tenham produzido antes outro tipo de gases com efeito estufa, de que não há registo, mas que podem ter desencadeado todo este processo.

 

Fonte:

Dica da semana – 10 de Janeiro de 2008

 

 

8ºE Inês Palma

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O Árctico está a derreter mais rápido do que as previsões da ONU


 

1979 – 2005

 

O degelo do Árctico leva já 30 anos de avanço sobre as previsões do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC). Assim, durante o Verão, o oceano árctico pode ficar livre ou quase livre de gelo já em 2020, três décadas mais cedo do que as piores previsões do IPCC, que apontavam para 2050.

A imagem mostra os limites do Árctico em 1979 e a zona gelada restante em 2005, vendo-se uma grande diferença entre estas datas.

 

O degelo no Árctico pode ameaçar pessoas e espécies animais. Estas conclusões foram publicadas no Arctic Climate Impact Assessment (ACIA), relatório elaborado por mais de 200 cientistas.

 

O acelerado degelo no Árctico é visível e, as temperaturas naquela região estão a subir, duas vezes mais do que na generalidade do planeta e podem ascender aos 4º-7º Celsius (7-13 Fahrenheit) no ano de 2100.

 

A Sibéria e o Alasca já aqueceram 2º-3º C desde 1950.O mar gelado no Pólo Norte pode simplesmente desaparecer antes do final do século e, os cientistas sabem que a massa de gelo já regrediu entre 15 a 20 por cento nos últimos 30 anos.

 

Algumas espécies animais, como os ursos polares, não deverão resistir a alterações tão acentuadas. Se se verificar a perda quase total da massa de gelo os ursos polares muito provavelmente não terão capacidade para sobreviver como espécie.

 


 

 

 

 

 

 

 

Os lemmings (espécie de roedores), caribus, alces, mochos da neve, que vivem na terra e não no gelo, estão a ser empurrados para norte em direcção a habitats mais restritos.


O aquecimento global nos pólos, está a afectar 4 milhões de pessoas. O degelo está já a provocar o colapso em alguns edifícios na Rússia e Canadá, devido à fusão do gelo nas camadas do subsolo que também tem vindo a provocar instabilidade nos oleodutos, estradas e aeroportos.

 

 

8ºE

Ana Campos nº2

Inês Palma nº15

2008

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