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Archive for Março, 2010

 

JANEIRO 

 

JULHO 

Fonte dos dados: NCEP; Mapas realizados em GrADS

A precipitação global também se distribui numa lógica zonal. As áreas mais chuvosas coincidem com as áreas de pressão mais baixa. Por esta razão as regiões equatoriais são as que registam maiores quantidades de precipitação, seguida das latitudes médias, zona onde se forma a frente polar. Ao contrário, as regiões com menores alores coincidem com as zonas de altas pressões: altas pressões polares e subtropicais. A distribuição da precipitação entre Jnaeiro e Julho acompnaha exacatamete a deslocação para Norte e para Sul dos principais centros de acção. Assim, a Zona de Convergência Inter Tropical (ZCIT) está localizada mais a Sul no mês de Janeiro, logo os maiores valores de precipitação estão deslocados para o Hemisfério Sul na região equatorial. O inverso observa-se em Julho. O mesmo se pode observar na deslocação para Norte ou para Sul das duas faixas de anticiclones subtropicais, às quais estão associados valores baixos ou nulos de precipitação. Também a deslocação da frente polar é observável nestes mapas. Por exemplo, em Janeiro, em Portugal, registam-se valores relativamente elevados de chuva, em especial no Norte e Centro, enquanto que a acção da faixa das altas pressões subtropicais em Julho é responsável por valores muito baixos ou mesmo nulos, em especial no Sul do país.

Se centrarmos a nossa atenção em África e no Centro Sul da Europa, o efeito das estações do ano e da deslocação da ZCIT torna-se ainda mais nítido.

Fonte dos dados: NCEP; Mapas realizados em GrADS

Em Janeiro, quando a ZCIT está localizada mais a Sul, os maiores valores de precipitação registam-se na África Austral. Nesta altura a descida da Frente polar para Sul faz aumentar os valores de precipitação na Europa e Norte de África. Em Julho a subida da CIT desloca os elevados valores de precipitação até à margem Sul do Deserto do Sahara. Nesta altura a subida das altas pressões subtropicais para regiões mais setentrionais é responsável pelos baixos (ou mesmo nulos) valores de precipitação em todo o Norte de África e Sul da Europa.

 

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Normalmente associamos os relâmpagos com origem numa núvem (normalmente cúmulo-nimbo) e como destino o solo. Mas há também aqueles que “viajam” do solo para a núvem ou, ainda, aqueles que são horizontais, ou seja, que não tocam no solo, mas que se deslocam pelo céu entre as núvens. É precisamente este o caso que está ilustrado na figura. Nesta época de muita chuva e trovoadas esta parece-me uma curiosidade interessante.

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