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Archive for the ‘Paisagens’ Category

El caminito del Rey (The Kings “Highway”)

 

Kings Higway - Spain

 

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The most beautiful valleys

The Morača River on its way to Lake Scutari, Montenegro

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Imagem : NASA – Earth Observatory

 

Agricultura irrigada no Kansas que mais se assemelha a um grande quadro de arte moderna. Esta paisagem cobre uma área real de quase 1500km2! A água é proveniente de um aquífero gigantesco. Esta água é designada como “água fóssil” que teve origem na última idade do gelo. É, por isso, um bem raro e inestimável pois é um recurso não renovável. A intensa utilização para a agricultura está a fazer desaparecer este aquífero que, actualmente, é realimentado a uma taxa muito inferior à do seu consumo. Para além disso, como as condições que estiveram na origem da sua formação já não estão presentes (o degelo da última época glaciar), prevê-se que o esgotamento da água seja uma realidade dentro de pouco tempo.

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Imagem: NASA / Earth Observatory

Imagem curiosa na parte oriental de Idaho (EUA) sobre o avanço de um campo dunar (Dunas de Saint Antony) do Deserto, que avança sobre uma planície fértil do Snake River. De notar os campo circulares resultado do tipo de irrigação utilizada.

Mais informações em http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=46100

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Cascatas

 

 

Foto: Gonçalo Adrião

Esta foto foi tirada em Gullfoss na Islândia. As cascatas resultam da água vinda dos glaciares do interior do país. É uma paisagem natural, pois não apresenta qualquer intervenção do homem. Como elementos naturais podemos observar o relevo, vegetação rasteira e as cascatas.
Gonçalo Adrião, nº 16 do 7º G.

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Fonte: Robb Kendrick – National Geographic

Mais um exemplo de agricultura irrigada, desta feita no Qatar. É, portanto, agricultura irrigada em pleno deserto o que provoca um contraste ainda maior, pois a envolvente aos círculos verdejantes é bastante mais seca do que no caso anteriormente mostrado da região de Alcochete. Aqui os campos irrigados de forma circular têm, também, uma maior dimensão, o que atesta a extraordinária dimensão dos sistemas de rega. A dimensão e a perfeição destes círculos irrigados faz-nos pensar em obra de extraterrestres.

Nestes campos plantam-se frutos e vegetais. No entanto, apesar do tamanho destes campos, o Qatar não é autosuficiente, pois a maior parte dos produtos alimentares são importados. Todos os eforços do Governo para o desenvolvimento agrícola esbarram em fortes condicionantes climáticas: a falta de chuva e consequentemente a grande escassez de água doce.

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Campos Abertos

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Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Moforlogiaagr%C3%A1ria.jpg

Esta foto ilustra bem a morfologia agrária em campos abertos, tirada na região de Valladolid (Espanha). A forma dos campos é regular, apesar de haver campos de tamanho diferente. Contudo, é clara a predominância da forma rectangular.

Trata-se de uma agricultura mecanizada, em sistema de monocultura, portanto, uma agricultura moderna direccionada para o mercado.

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Imagem Google Earth

 

A Leste de Alcochete podemos encontrar estes campos agrícolas típicos de uma agricultura irrigada. Os sistemas de rega são geradores destes padrões circulares. O facto de os círculos serem mais verdes atesta o efeito da rega. A par destes campos circulares podemos observar ainda alguns campos abertos e área florestal.

É , pois, uma figura que representa uma agricultura moderna, intensiva com recurso a sistemas de rega. A rega é fundamental nas regiões de clima mediterrâneo como o nosso (em Portugal), pois a estação mais quente do ano coincide com a altura de menor precipitação. Assim, a conjugação do calor com falta de chuva provoca grande stress hídrico em algumas culturas (como as do milho forrageiro). Logo, só com sistemas de rega se torna possível a existência de algumas culturas no clima mediterrâneo.

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Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Recentemente foi colocado um “post” sobre os nevoeiros de radiação no Parque de Vanicelos em Setúbal. Na altura tinha referido que esse tipo de nevoeiros era muito frequente em Trás-os-Montes. Essa maior frequência prende-se com as características do relevo da região, onde pontuam grandes áreas montanhosas e vales mais ou menos profundos. Assim, o processo é, resumidamente, o seguinte:

  • O ar frio forma-se no topo das montanhas mais altas;
  • O arrefecimento nocturno é mais acentuado em dias de calma atmosférica e de céu limpo;
  • O ar frio como é mais pesado e mais denso tem tendência a descer para as áreas topograficamente mais deprimidas (fundos de vale, áreas planas de menor altitude);
  • Formam-se, assim, “lagos de ar frio” em regiões de menor altitude;
  • O ar frio que torna-se visível pela condensação que se gera em virtude da descida da temperatura formando nevoeiros mais ou menos densos;
  • O gradiente térmico em altitude é diferente do habitual. Nestas situações, as regiões a altitudes mais elevadas estão ligeiramente mais quentes do que as regiões de menor altitude, pois o ar frio deslocou-se para os fundos de vale e áreas topograficamente mais deprimidas;
  • Estes nevoeiros, durante o Inverno, podem manter-se mesmo durante o dia, pois o aquecimento diurno não é suficiente para o dissipar.

As fotos (tiradas por Diogo Monteiro) mostram os cumes da Serra do Alvão perto de Lamas d’Olo, uma pequena aldeia perto de Vila Real situada a grande altitude. O nevoeiro que se observa tapa por completo a cidade de Vila Real que deveria estar visível. Os cumes da Serra do Alvão estão soalheiros e a sensação de conforto climático é bem maior do que se sente na cidade de Vila Real, tradicionalmente mais quente que os cumes montanhosos que a envolvem.

Estes nevoeiros invernais sobre a cidade de Vila Real podem manter-se durante vários dias.

Um agradecimento especial ao Diogo que me enviou estas extraordinárias fotos.

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serra_da_estrela2.jpg

Em Portugal também se arranjam imagens fantásticas de paisagens pouco alteradas pelo homem, cujo grau de humanização é muito pouco significativo. À primeira vista estaríamos a observar uma paisagem natural, mas os muros de casas que já não existem e uma pequena estrada, são marcas da acção do homem.

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