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Archive for the ‘Problemas ambientais’ Category

Outubro de 1984

Maio de 1989

Junho de 1994

Maio de 1999

Junho de 2004

Janeiro de 2009

Fonte: Nasa – Earth Observatory

 

Esta sequência de imagens mostra o rápido crescimento da parte ocidental da área metropolitana de Las Vegas. O crescimento da cidade vai ocupando área de Deserto que se situa a ocidente e o crescimento faz-se de forma bastante consistente e acelerada. Na parte inferior esquerda da imagem vê-se, claramente, um campo de golfe em construção, campo este concluído e bem visível a partir de 1989. Nesta altura o campo de golfe estava fora dos limites da cidade. Hoje em dia este campo está cercado de habitações. Em 2009 a mancha urbana cobre toda a área da imagem, mas em 1984 só cerca de 50% a 60% da imagem estava ocupada com área construída.

Também na parte inferior da imagem situa-se o aeroporto que, em 1984 se encontrava nos limites da cidade. Hoje em dia também se encontra envolvida por áreas habitacionais. Será que, neste caso, os habitantes de Las Vegas estão preocupados com questões de segurança?

Apesar de se localizar num deserto, a cidade de Las vegas é ainda um hino ao desperdício de água. Para além das inúmeras fontes, lagos artificiais e consumo doméstico sempre a aumentar, a construção de piscinas privadas é um facto visível do ar. Basta no Google Earth clickar em qualquer parte da cidade de Las Vegas e logo surgem piscinas um pouco por todo o lado, como se pode ver na figura em baixo.

As piscinas em Las Vegas

Fonte: Google Earth

 

Em baixo está uma imagem parcial de um pormenor do campo de golfe anteriormente referido e da construção que, entretanto, o foi rodeando. Os campos de golfe são empreendimentos muito exigentes em água. Manter uma infra-estrutura destas num deserto exige grandes quantidades de água doce, não só para a rega (para manter a relva em bom estado), mas também para a construção de todos os lagos artificias.

De onde vem toda esta água? A resposta é simples: do Rio Colorado (que em certas altura do ano já não chega à foz) e da chamada “água Fóssil” (água de profundidade que se acumulou no interior da Terra em épocas em que o clima era mais húmido).

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No Jornal Expresso desta semana é publicado um ensaio sobre um hipotético desaparecimento da espécie humana do planeta e o que isso implicaria na paisagem da Terra, sobretudo nas áreas de maior influência humana. O resultado é mostrado numa série de imagens de lugares bem conhecidos mundialmente, em que a primeira é a vista da Ponte 25 de Abril do lado de Almada, 300 anos depois. Lisboa está irreconhecível!!!

Estes cenários foram elaborados com base numa investigação do jornalista norte-americano Alan Weisman que tenta mostrar cenários da Terra até 15 mil anos após o desaparecimento do Homem. As ilustrações são de Kenn Brown e podem ser vistas seguindo o link em baixo.

Podem seguir ente Link para ver as imagens

Podem verificar que, de facto, o Homem é um poderoso agente modelador de paisagem, mas na sua ausência, as extraordinárias construções serão inevitavelmente e gradualmente “apagadas” pela força regenadora da Natureza.

A entrevista com o Jornalista segue em baixo, retirada do Expresso.

  

Alan Weisman, autor de “O Mundo sem nós”

“Devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça”

Se nada fizermos para travar a explosão demográfica e a sobre-exploração dos recursos, bastarão algumas décadas para a Humanidade entrar em colapso. Nelson Marques

15:35 | Segunda-feira, 22 de Out de 2007

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Alan Weisman passou mais de três anos a viajar pelo mundo e a conversar com centenas de especialistas para responder a uma pergunta: como evoluiria o planeta se os humanos desaparecessem? A resposta está em “O Mundo sem nós”, um livro tão fascinante quanto provocador que chega esta semana a Portugal com a chancela da “Estrela Polar”.De passagem pelo nosso país, a convite da APDC-Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, onde participará, esta terça-feira no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na conferência “As TIC ao serviço do ambiente”, Weisman falou ao Expresso.O que o levou a escrever este livro?
Há anos que escrevo sobre o Ambiente e cubro assuntos ambientais em todo o planeta. Estas são questões urgentes que as pessoas necessitam saber. Quando olhamos para a questão do aquecimento global, percebemos que os assuntos ambientais estão todos relacionados entre si. Há pormenores que podem ser muito deprimentes, muito assustadores para as pessoas. Muitas pessoas que precisam saber o que se está a passar no nosso planeta, não querem pegar num livro que descreve em detalhe esta crise ambiental global. Por isso, tenho andado à procura de uma forma de escrever sobre isso sem afugentar os leitores e também conquistando uma audiência mais vasta que as pessoas que já têm consciência ambiental.

Porque decidiu criar um cenário onde a Humanidade já tinha desaparecido?
O que fiz foi, em vez de escrever um livro que afugenta as pessoas porque elas, ao lerem-no, pensam “Oh, este é um livro que diz que se não mudarmos o que estamos a fazer vamos todos morrer”, escrever um livro em que já estamos todos mortos. A partir daí, o planeta começa a recuperar sem nós. Como se desenvolveria o resto da Natureza sem a pressão que lhe impomos todos os dias? Como lidaria com as coisas que deixaríamos? Por exemplo, lançamos muito dióxido de carbono na atmosfera. Quanto tempo levaria a Natureza a reabsorver esse dióxido de carbono? E em relação aos químicos, plásticos e material radioactivo? Poderá a Natureza curar-se do que lhe fizemos? E todos os nossos edifícios, todas as nossas cidades? O que lhes aconteceria? Poderia a Natureza apagar todos os nossos vestígios? São perguntas como essas que o livro tenta responder. As pessoas podem olhar para o futuro sem se preocuparem com o que lhes vai acontecer. No livro, já estão todas mortas.

As suas conclusões são baseadas em factos científicos?
Todo o que está no livro resulta de uma apurada pesquisa. Foram quase três anos e meio de investigação, mas muita da pesquisa que fiz no passado foi útil. Visitei muitos lugares em todo o Mundo e falei com centenas de cientistas e pessoas. Perguntei-lhes o que aconteceria se todos desaparecêssemos subitamente.

De certa forma, essa viagem ao futuro é também um regresso a um passado sem humanos.
No livro, falo com muitos paleontólogos e paleoecologistas para perceber como o mundo era antes das pessoas. Fui, por exemplo, a África para perceber como as pessoas evoluíram e fui a outros continentes, como a América do Norte, para perceber que animais viveram aqui antes da chegada dos humanos. Existiam muitos mais animais grandes, com mais de uma tonelada, que desapareceram com a chegada dos humanos.

Que conclusão o surpreendeu mais?
Diria duas coisas. Em primeiro lugar, fiquei muito surpreendido por perceber que havia tanto plástico no Mundo. A maioria dos resíduos de plástico acaba rapidamente a boiar no mar, porque é muito leve. Porque não temos micróbios na Terra capazes de comer o plástico – pode demorar milhares ou centenas de milhares de anos até tal acontecer -, este é quebrado pela força do mar em pedaços mais pequenos, que são comidos por muitas criaturas marinhas. É algo que me preocupa muito. A segunda situação é muito reconfortante. A vida é extremamente resistente. Tem uma força enorme e surpreendente. Irá encontrar sempre uma forma de regressar, mesmo quando acontecerem coisas más. Não estou preocupado com o planeta, porque a vida na Terra já passou por várias extinções e depois de partirmos a vida voltará. Poderá é ser diferente do que vemos hoje.

Ou seja, há vida na Terra para lá dos humanos.
Há, mas isso não quer dizer que não tenhamos que cuidar melhor o planeta. Não escrevi este livro porque pense que as pessoas devam desaparecer. Acredito que pertencemos a este planeta como as outras espécies. Trabalhamos muito para nos desenvolver, mas crescemos demasiado e tornamo-nos tão poderosos que estamos desequilibrados em relação ao resto da Natureza. Estamos a causar a destruição de outras espécies, incluindo espécies que precisamos, e, por isso, não conseguiremos sobreviver. O que espero que os leitores vejam no meu livro é como o mundo recuperaria e seria bonito sem os humanos e, com isso, pensar se existe uma forma de ficarmos na Terra e deixar que o resto da Natureza floresça de novo para que tenhamos um ambiente mais saudável.

É uma questão para desenvolver num próximo livro?
Talvez. No final deste, levanto uma questão que tem a ver com o facto de, a cada quatro dias, haver mais um milhão de pessoas na Terra. Deixo o leitor pensar como seria o Mundo se não nos estivéssemos a reproduzir à velocidade que estamos. Sempre que, na história da Terra, uma espécie cresceu demasiado, a sua população entrou em colapso. Algumas espécies extinguiram-se por completo. Se os seres humanos continuarem a crescer da forma que estão a crescer, se atingirmos nove mil milhões de seres humanos a meio deste século, isso talvez seja demasiado e a nossa população entre em colapso. Acho que devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça por nós.

Devemos estar preocupados com o fim da Humanidade?
Acho que toda a gente já está. Mesmo os mais egoístas sabem que estamos a usar demasiados recursos e a criar demasiada poluição. As pessoas estão hoje muito preocupadas com o aquecimento global, muito mais que há 10 anos. Estas ideias são hoje importantes para muita, muita gente. O livro tem sido um “best-seller” nos Estados Unidos, no Canadá e na Alemanha, e está agora a ser publicado em 27 línguas diferentes. Não é apenas um livro para ambientalistas e ecologistas. O facto de estar a vender tantas cópias é a prova que muita gente está atenta, não apenas as pessoas que amam as árvores e a Natureza.

Esperava este sucesso?
De certa forma. Não queria escrever mais um livro sobre o ambiente que apenas algumas pessoas lessem. Quis escrever um livro que fosse acessível a muita gente e que fosse, simultaneamente, um livro interessante de se ler e não afugentasse os leitores. Estou muito grato por isso ter sido conseguido

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Haja esperança! 

ONU considera possível e barato combater o aquecimento    

   Antigamente, o clima estava intimamente relacionado com fenómenos naturais. As catástrofes que sempre aconteceram eram o resultado dos “caprichos” da natureza. Agora, sabe-se que as mudanças climáticas e consequentes catástrofes naturais (as quais se têm vindo a intensificar nos últimos anos) são também resultado da actividade humana: a poluição, o aquecimento global do planeta, o efeito estufa, erros ambientais e ecológicos, … são problemas que estão em debate. Será que já não há solução e que a humanidade está a caminhar para o princípio do fim?Segundo um artigo publicado no jornal “Público” (05/ 05/ 07), combater as alterações climáticas é urgente, possível e relativamente barato. É esta a principal conclusão de mais um relatório da ONU sobre o aquecimento global, divulgado em Banguecoque no dia 4 de Maio. O novo relatório, feito a partir de outros, concebidos pelo IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) conclui que as emissões de gases que estão a aquecer o planeta – como o dióxido de carbono – subiram setenta por cento entre 1970 e 2004. A acção tem de ser imediata! Para limitar a dois graus Celsius o aumento da temperatura global até 2100, as emissões de gases só podem continuar a subir até 2015. A partir daí, têm de começar a descer, para estabilizar a temperatura global!

Para alcançar tal objectivo, foram propostas as seguintes mudanças:

 As energias renováveis devem chegar aos 30% – 35& da electricidade consumida em todo o mundo. Estão-se a estudar novas tecnologias em que será possível o armazenamento subterrâneo do dióxido de carbono.

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Transportes menos poluentes

Relativamente aos transportes, está-se a pensar utilizar os transportes de massa e também começar uma segunda geração de biocombustíveis, aviões mais eficientes e melhores carros eléctricos e híbridos. fig-2.jpg

  

Edifícios inteligentes

Cerca de trinta por cento das emissões de gases relacionadas com os edifícios podem ser evitadas até 2030 sem custos e, pelo contrário, com poupanças para o cidadão. Há tecnologias disponíveis em todo mundo: lâmpadas de baixo consumo, electrodomésticos mais eficientes, painéis solares e melhores materiais de construção, entre outros. Espera-se uma maior disseminação de edifícios inteligentes.

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 Indústrias mais ecológicas

Nas indústrias existem inúmeras opções para reduzir as emissões de energia. No entanto, nem todas estão a ser utilizadas. Melhorias significativas podem ser obtidas através da reconversão das indústrias mais antigas, por exemplo. Aposta-se no armazenamento do dióxido de carbono das fábricas, além de mais avanços na eficiência ergética.

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A importância das florestas

Por último, em relação às florestas, será possível reduzir as emissões nas florestas e aumentar a sua capacidade de absorver  CO2 carbono. Cerca de sessenta e cinco por cento do potencial para esta última actividade está nos trópicos, metade do qual reduzindo a desflorestação. Conta-se também com o desenvolvimento de espécies mais produtivas de árvores, até 2030.

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Principais conclusões dos relatórios do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC):

 ·        2 de Fevereiro – a base científica               

O aquecimento da Terra é uma realidade. Há 90 por cento de certeza de que o ser humano é responsável pela maior parte do aumento da temperatura global desde 1950. Os termómetros poderão, assim, subir entre 1,1 e 6,4 graus Celsius até 2100 e o nível do mar, entre 18 e 59 centímetros.

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Veneza está a afundar-se. A frequência e a intensidade das inundações têm vindo a aumentar: desde o início do séc. XX a praça de São Marcos ficava submersa cerca de 10 vezes ao ano; nos anos 80 registaram-se em média 40 ocorrências e em 2000 um destes episódios submergiu 93% de Veneza atingindo uma altura de 65 cm acima da praça de São Marcos. Com a subida do nível das águas a nível mundial e com a degradação ambiental das águas em torno de Veneza o problema agrava-se de dia para dia..

·        6 de Abril – impactos, adaptação e vulnerabilidade             

 Já estão a ser observados efeitos do aquecimento global nos sistemas naturais. No futuro, alguns impactos prometem ser desastrosos: escassez de água, cheias, secas, espécies em risco de extinção, zonas húmidas destruídas. Os países mais pobres, como sempre, serão os mais afectados. Na Europa, Portugal será um deles.

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 Em muitas partes do país, o mês de Janeiro de 2005 foi o Janeiro mais seco em mais de 100 anos. O impacto dramático da seca é evidente neste par de imagens. O verde das florestas e campos de Portugal que uma imagem de 11 de Fevereiro de 2004 evidenciava, desapareceu da imagem tirada em 13 de Fevereiro de 2005. Em 2005, a paisagem aparece com uma cor azeitona escura e castanha, reveladora de como a vegetação definha face à seca.

 ·        4 de Maio – mitigação ou prevenção das alterações climáticas? 

          Se nada for feito, as emissões de gases com efeito de estufa poderão subir de 25 a 90 por cento até 2030. É preciso, pois, alterar, URGENTEMENTE, estilos de vida e atribuir um preço ao carbono. Precisamos de apostar na prevenção! 

fig-8.jpgFornos Solares

fig-9.jpgUso controlado de pesticidas, agricultura biológica

fig-10.jpgHabitações ecológicas

 fig-11.jpgUm pequeno gesto pode fazer a diferença!

                                                            Fonte:                                                                                              Jornal Público, Sábado 5 de Maio 2007 

 

                                                                           Trabalho realizado por                                                                            João Pessoa e Silva, 7º E

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 Caros alunos do 9º ano:

O programa de Geografia está no fim. A última parte da matéria versa os “Grandes Problemas Ambientais”. Muito de que falta dar já foi abordado anteriormente e, nesta altura, impõe-se uma reflexão sobre os conteúdos anteriores e relacioná-los com os problemas ambientais de escala global regional.

A Professora Rute Pereira preparou um Powerpoint que faz uma síntese muito boa desta última parte da matéria e resolveu disponibilizá-lo a todos os alunos interessados .

Podem fazer o download clickando em grandes_problemas_ambientais.ppt…..

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O Instituto da Água (INAG) tem um sítio na internet com muita informação sobre recursos hídricos para toda uma gama muito variada de conhecimentos, desde o investigador até ao aluno mais jovem. Por isso, é sempre uma boa ideia fazer uma visita a este site com muita informação sobre recursos hídricos, sobretudo para o caso português.

Dos vários documentos interessantes que lá se podem encontrar, escolhi um sobre recursos hídricos que me parce muito didáctico e acessível, sobretudo para os alunos do 9º ano. Não se esqueçam que os recursos hídricos vão ser tema do próximo teste. Este documento PDF tem o título “A água a Terra e o Homem : Ciclo da água“.

Qualquer dúvida já sabem como fazer…

PTG

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O efeito de estufa existe na Terra desde a formação da sua atmosfera. à distância que a Terra se encontra do Sol não seria possível, sem uma acumulação de calor, atingir as temperaturas que se registam hoje na Terra e, consequentemente, existir vida tal qual a conhecemos. Está estudado que na ausência de efeito de estufa natural a temperatura na Terra seria 33ºC mais baixa(!!!!). Isto significa, por exemplo, que se a temperatura média em Portugal varia, mais ou menos, entre os 14ºC e os 17ºC, sem efeito de estufa ela seria de aproximadamente -18ºC em média. Assim, teríamos com toda a certeza um clima polar onde sómente no Verão a temperatura pouco ultrapassaria os 0ºC.

A figura mostra que da radiação solar que chega à Terra (1) parte dela (+/- 30%) é logo reflectida para o espaço (2) não atingindo a superfície. 70% chega às camadas mais baixas da atmosfera (3). A Terra tem a capacidade de transformar a radição solar em calor(radiação terrestre, calor ou radiação infravermelha) e parte desse calor fica retido na atmosfera (5) por acção dos gases com efeito de estufa (vapor-de água, dióxido de carbono, metano óxidos de azoto, só para falar nos mais importantes), enquanto que outra parte é enviada para o espaço (4).

A atmosfera terrestre funciona como uma estufa: é permeável à radição solar mas retém parte do calor posteriormente emitido pela Terra.

As actividades humanas estão a reforçar este efeito de estufa natural, pela produção de grandes quantidades de gases de efeito de estufa provenientes da actividade industrial, agricultura, queima de combustíveis fósseis, transportes, etc. A atmosfera fica cada vez mais densa com o aumento destes gases retendo cada vez mais calor nas baixas camadas da atmosfera.

Se uma só erupção vulcânica como a do Monte Pinatubo pode ter consequências climáticas relativamente graves… Imaginem agora as consequências que a emissão de quantidades enormes de poluentes poderá ter ou já estar a ter no clima mundial!…

PTG

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