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Archive for the ‘Riscos Naturais’ Category

Texto: Inês Palma

Mais de metade dos lojistas atingidos pelas cheias na baixa de Setúbal na segunda-feira (18/02/2008) não têm seguro e muitos necessitam de apoio financeiro para reabrir portas.

Já foram contactados cerca de uma centena de comerciantes afectados pelas inundações, mas cerca de 65% não têm seguro e muitos perderam quase tudo, incluindo mobiliário, equipamento informático entre outros produtos.


Av. 22 de Dezembro    

Praça do Bocage


Praça do Bocage


Ribeira

Av. Alexandre Herculano

 


Quem reside na zona assinalada no mapa, está em pleno leito de cheias. Numa situação de tempestade e forte precipitação, conjugada com período de maré-cheia, o risco de inundações aumenta consideravelmente.

Texto: Inês Palma

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Hoje, dia 22 de Fevereiro 2008, é esperada mais chuva, em particular no Sul do País. Às 9.30 horas já caía no litoral alentejano e ao largo do Algarve. A chuva progride, mais uma vez, de norte para sul e o fim-de-semana vai ser chuvoso e, a julgar pelas cartas de prognóstico a chuva vai cair de forma intensa. Vamos esperar que, pelo menos, a desgraça não se repita.

A situação às 6.00 horas mostrava já uma linha de instabilidade que se aproxima do Algarve e que está a ser responsável pela chuva muito localizada a sul do país, visível na imagem de radar.

Para os próximos dias a previsão não é animadora. Apresentam-se, em seguida as cartas de prognóstico para o fim-de-semana. A pequena linha de instabilidade que hoje se observa vai agravar-se e uma frente oclusa de grande actividade, associada a uma depressão situada a sul de Portugal, vai atravessar Portugal de sul para Norte.

 

 

 

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…Mas nem só os parques foram inundados em Setúbal. A Ana Campos tirou umas fotografias da cidade de Setúbal onde os efeitos das inundações estão bem visíveis. Estradas cortadas, carros cobertos de água, etc. Os prejuízos foram enormes! São os lugares que conhecemos do dia a dia mas que agora estão bem diferentes…

 

Foto: Ana Campos

Foto: Ana Campos

Foto: Ana Campos

Foto: Ana Campos

 

 

 

 

 

 

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No passado dia 17 de Fevereiro coloquei um post sobre a aproximação da chuva e a sua deslocação para Norte. Sabia que iria chover bastante mas estava longe de imaginar a desgraça que se sucederia.

Assim, este artigo será dedicado às consequências dessa chuva forte em Setúbal, ilustrado com imagens tiradas pelos meus alunos que, neste dia, foram mais cedo para casa.

As imagens que se seguem são da autoria do André Gonçalves que gentilmente as cedeu para as partilhar com todos.

Obrigado pelas imagens

Foto: André Gonçalves

Foto: André Gonçalves

Foto: André Gonçalves

Foto: André Gonçalves



Foto: André Gonçalves

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 O maior vulcão da Nicarágua com 1600 metros de altitude, fotografado elos astronaustas da Estação Espacial Internacional, no dia 10 de Maio de 2007. Mais uma vez a forma típica em cone é bem visível, mas desta vez, ao contrário do vulcão do Pico, podemos observar uma pluma de fumo (ou mais provavelmente vapor) atestando que se trata de um vulcão activo. Esta pluma origina algum nevoeiro, vertente abaixo.

Um aspecto bem marcado é o da rede hidrográfica que deixas profundas “cicatrizes” nas vertentes do vulcão. A estrutura radial da rede hidrográfica é, nesta foto, bem visível.

Nas vertentes mais baixas observa-se um padrão em forma de rede da ocupação agrícola do solo interrompido, por vezes, por extensas manchas de floresta.

Este vulcão entrou em erupção cerca de 25 vezes nos últimos 125 anos, o que torna a vida das populações que vivem na base do vulcão algo difícil. Estima-se que a população envolvente a este vulcão, em pequenas vilas e aldeias que o rodeiam, ronde os 5 000 habitantes. 

Esta imagem foi obtida a partir do site da NASA (“Earth Observatory”)

PTG

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Em 1991 o Monte Pinatubo nas Filipinas entrou em erupção, lançando para a atmosfera toneladas de cinza e gás. A núvem da erupção (que a figura mostra) chegou mesmo a penetrar na estratosfera (a camada que se situa acima da troposfera). De lembrar que a estratosfera se encontra entre, aproximadamente os 10km e os 50 km de altitude.
A erupção originou também a produção de 15 milhões de toneladas de dióxido de enxofre que deram origem à queda de chuva ácida.
A estratosfera tem fraquíssimas quantidades de vapor-de-água e, também por isso, a formação de núvens a esta altitude é muito diminuta. Por isso, os poluentes que aí se acumulam, neste caso poluentes naturais, são “lavados” com muito maior dificuldade. Os fortes ventos da estratosfera foram responsáveis pela distribuição global destas cinzas e gases, em especial na região equatorial. Em consequ~encia, nos dois anos seguintes a temperatura global da Terra baixou ligeiramente, pois menor quantidade de radição solar chegou à troposfera devido a estas cinzas que tornaram a atmosfera mais opaca.

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