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Archive for the ‘Desenvolvimento’ Category

Um exemplo de como a análise de dados pode ser divertida, interessante e, acima de tudo, extraordinariamente didática e com uma forte perspectiva geográfica. As desigualdades territoriais sócio-económicas são aqui demonstradas de uma forma bem original e bastante rigorosa, com análise a várias escalas.

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População Mundial que vive com menos de 1 Dólar por dia.
As regiões a castanho são as mais desenvolvidas e, segundo os dados, não registos de população a viver com menos de $1 por dia. Estas regiões são a América do Norte, A Europa Ocidental, Japão/Coreia do Sul, e Oceania.
Ao contrário, na África subsariana e Ásia meridional a percentagem de população nestas condições é muito elevada.
De lembrar que o dólar tem um valor aproximado do Euro, mas hoje ligeiramente inferior.
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É talvez um dos mapas que melhor ilustra a diferença Norte/Sul. Observem o “Grande” continente africano que parece desaparecer. Territórios geograficamente pequenos como o Japão, ou até Portugal, estão bem visíveis neste mapa: Aliás, Portugal surge “maior” do que a África subsariana.
Em 2004 7,7 milhões de médicos estavam no activo. O maior número regista-se na China, que é o território que surge, neste mapa, com maior dimensão

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Este mapa mostra quase o negativo do da mortalidade infantil. Esta esperança de vida é calculada com base nas crianças nascidas em 2002 sob o pressuposto que as tendências até agora verificadas continuarão no futuro. A esperança de vida é substancialmente diferente entre homens e mulheres, ou seja, é superior nas mulheres. Muitas têm sido as causas apontadas para tal facto, mas parece que o trabalho diferenciado tem sido o principal factor explicativo. Assim, há poucas mulheres pescadoras, mineiras, militares, ou seja, falamos de profissões que são conhecidas por diminurem grandemente a esperança de vida e que têm sido praticadas, na sua grande maioria, por homens. A emancipação da mulher, um processo ainda em curso, terá, no futuro, um efeito de aproximação dos valores da esperança de vida entre mulheres e homens.
A esperança de vida mais longa é registada no Japão (81 anos e seis meses). Ao contrário, a esperança de vida mais curta é registada na zambia (país africano), com 32 anos e 8 meses!!!!! A média mundial situa-se nos 67 anos. A mortalidade na zambia e a consequente descida da esperança de vida, tem vindo a aumentar nos últimos anos em consequência da epidemia de SIDA.

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Este mapa deformado mostra a Mortalidade Infantil no Mundo. As regiões com maiores valores estão exageradas e aquelas com valores mais baixos estão reduzidas. A África e o Sul da Ásia parecem ocupar todo o mapa, enquanto que a Europa e a América estão representadas num tamanho muito reduzido. De notar também que a Oceania está praticamente invisível.

Os dados dizem respeito a 2002, ano em que ocorreram, a nível mundial 7,2 milhões de crianças com menos um ano de idade. 5,4% morreram no primeiro ano de idade e 2,3% durante a primeira semana. Na ìndia cerca de 7 bebés em cada 100 (70 por mil) morrem no primeiro ano de vida. mas a região em pior situação é mesmo o Continente africano, o qual regista 22 países com uma taxa superior a 10 mortes em cada cem nascimentos. O valor mais elevado é registado na Serra Leoa (um dos páises com IDH mais baixo do Mundo) que atinge o valor de 16,5 bebés que morrem por cada cem nascimentos.

É bem um Mundo de contrastes!!!!!

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O Portal dos Universitários (Universia.pt) publicou há dias esta notícia sobre o último relatório sobre o desenvolvimento humano das Nações Unidas:

02/12/2006
Desenvolvimento humano: Portugal na 28ª posição

O relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano revela um aumento do desemprego de longa duração em Portugal.
O desemprego de longa duração em Portugal aumentou 1,2 por cento em dois anos, revela um relatório das Nações Unidas, que coloca o país na 28ª posição do índice mundial de desenvolvimento humano.

O relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que foi apresentado esta semana na Cidade do Cabo, África do Sul, indica que o desemprego de longa duração em Portugal se situava nos 7,5 por cento em 2005, contra os 6,3 por cento em 2003.

De acordo com o documento, em 2005 estavam no desemprego 412 mil portugueses, mais 69.700 pessoas do que em 2003, sendo visível a falta de emprego nos jovens, que registou um aumento de 1,5 por cento em dois anos.

Os dados mostram ainda que o desemprego afecta mais os homens (49.9) do que as mulheres (47.1). De acordo com as Nações Unidas, Portugal é o nono país europeu com maior taxa de desemprego.

O PNUD coloca Portugal na 28ª posição de índice mundial de desenvolvimento humano, descendendo uma posição em relação ao ano passado.

O índice de desenvolvimento humano das Nações Unidas, que no relatório de 2006 se baseia em números de 2004, avalia os países não apenas pelo seu Produto Interno Bruto, mas também a partir de indicadores de bem-estar como a esperança de vida, a educação e a saúde.

As Nações Unidas fixam em 77,5 anos a esperança média de vida à nascença, enquanto no relatório anterior era de 77,2 anos. As mulheres (90,2 por cento) têm mais probabilidade de viver depois dos 65 anos que os homens (79,9), dados que se mantêm inalterados relativamente ao relatório anterior.

Sobre a educação, o documento destaca que Portugal desceu ligeiramente no que toca à alfabetização de adultos, passando dos 92,5 para os 92 por cento.

Segundo as Nações Unidas, Portugal aumentou levemente os gastos públicos com a Educação, que subiram dos 5,8 para os 5,9 por cento.

O mesmo relatório indica ainda que em 2015 viverão em Portugal 10.800 milhões de pessoas, registando-se um crescimento 0,3 por cento da população, e a maioria (63.6 por cento) terá residência nos centros urbanos e 18,9 por cento terá mais de 65 anos.

Fonte: Universia.pt

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Este gráfico mostra os últimos resultados do Relatório do Desenvolvimento Humano para o ano de 2006. Como se pode ver a Eslovénia, um dos membros mais recentes da União Europeia, já ultrapassou Portugal. No entanto, Portugal está razoavelmente classificado com um valor ligeiramente superior a 0.9, seguido já de muito perto pelo Chipre. Fantástico é o lugar da Irlanda: o país com maior IDH da União Europeia. Resta lembrar que a Irlanda, Portugal, Espanha e Grécia eram à data da sua entrada para a UE os países mais pobres da União, os que registavam menor desenvolvimento económico e os mais periféricos. Tudo isso é passado para a Irlanda, mas também para a Espanha. A Grécia ultrapassou recentemente Portugal. Esta lista é encabeçada pela Norouega, país com IDH mais elevado do mundo, e termina com a Nigéria.
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