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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

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Strange Places: Dubai

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Um documentário fantástico sobre o deserto mais seco do Mundo!

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Fotos: National Geographic

Um dos aspectos mais espectaculares e provavelmente mais deslumbrantes visíveis na Terra das erupções solares são as designadas auroras boreais (Northern Lights). Estas fotos da National Geographic foram tiradas a 6 de Janeiro de 2012, na costa litoral do Norte da Noruega. É um fenómeno que se vai repetir ao longo de 2012 e, também, em 2013, ano em que se atinge o máximo de actividade solar.

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O Sol está a atravessar um período de atividade máximo no seu ciclo de onze anos. Neste final de Janeiro de 2012 o Sol está a fazer uma demonstração do que se poderá seguir ao longo do máximo de atividade de 2012/2013. A explosão solar verificada esta semana tem o potencial de interferir em algumas comunicações e provocar auroras boreais nas regiões de latitudes mais elevadas.

A enorme explosão solar que ocorreu esta segunda-feira de madrugada, poderá afectar os sistemas de comunicações na Terra. A NASA reafirma esta fase de maior atividade solar. O filme que se apresenta é retirado da NASA Earth Observatory e embora pequeno, mostra bem a magnitude da explosão ocorrida que se dirigiu à Terra.

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No fim-de-semana de 1 de Dezembro de 2009 fui passear por Trás-os-Montes. Aqui fica um curto relato e algumas reflexões geográficas.

 

Figura 1 – O Relevo em Portugal continental e localização da região (Fonte: INAG/SNIRH). Está sinalizado de forma esquemática o caminho seguido e as auto-estradas utilizadas, tendo em conta uma viagem de Setúbal a Trás-os-Montes.

 

Os acessos à região sempre foram um problema e um obstáculo ao seu desenvolvimento económico. A construção de vias de comunicação sempre foi muito dificultada em virtude da sua situação geográfica. Por um lado, tem uma posição periférica em relação aos grandes centros de decisão do país. Essa periferia é ainda reforçada pelo isolamento provocado pelos maiores sistemas montanhosos portugueses (Fig.1). A Sul a região faz fronteira com a Beira interior onde se situa a Cordilheira Central, da qual faz parte a Serra da Estrela. A Oeste a região é delimitada pelas Serras do Marão e do Alvão. Por outro lado, foi a região portuguesa que mais tardiamente conheceu as auto-estradas. A construção destas vias de comunicação sobe muito de preço em regiões de montanha, pois é necessária a construção de inúmeras pontes e alguns túneis (como o da figura 2), obras necessárias para diminuir e suavizar as curvas, mas que encarecem muito o custo final da via. Mas nem só as grandes montanhas têm dificultado a construção de vias de comunicação em Trás-os-Montes: o entalhe provocado pelo Rio Douro e afluentes causam, também profundos entalhes no soco continental, originando um relevo muito acidentado.

 

O acesso à região vindo de Sul faz-se pela auto-estrada A24.

 

Figura 2 – Túnel da A24

 

Este é, de facto, o melhor acesso, já que o acesso ocidental não tem auto-estrada a partir de Amarante. Para atravessar a Serra do Marão, vindo de ocidente do Porto, é necessário atravessar o IP4, uma via já muito congestionada, que atravessa o coração da Serra do Marão e não é uma auto-estrada.

 

No Outono a região cobre-se de um conjunto de cores muito variadas. Os castanhos e os amarelos são as cores dominantes, juntamente com o verde seco dos pinheiros.

A figura 3 mostra claramente estes tons policromáticos. Mas mostra, sobretudo, um dos aspectos de que se reveste o contacto entre a região demarcada do Douro talhada em xisto (em primeiro plano) e a região planáltica, mais granítica (em segundo plano). Assim temos, por um lado, a vinha (ainda antes de ser podada) e a oliveira e, por outro lado, a paisagem mais agreste da giesta e do pinheiro em rocha granítica.

Figura 3 – Contacto entre a Região Demarcada do Douro (primeiro plano) e a região mais planáltica.

 

Mas as condições meteorológicas transmontanas são caracterizadas, como também é regra em todas as regiões mais montanhosas, por serem algo irregulares, em particular nas estações de transição. Da paisagem multicolor, passa-se num ápice, para uma paisagem monocromática, no entanto, surpreendentemente branca (Figura 4).

 

Figura 4 – A neve no IP4, nas proximidades do alto de Justes, entre Vila Real e o Pópulo. As giestas e algumas árvores mais pequenas encontram-se dobradas devido ao peso da neve. Foto tirada em 29 de Novembro de 2008.

 

A neve caiu em cotas superiores ou iguais aos 700m metros de altitude. Os cumes das principais montanhas encontravam-se cobertos de nuvens e de neve, como se pode ver na figura 5.

 

Figura 5 – Cumes acima dos 700m metros de altitude cobertos de neve.

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A natalidade em Portugal

Mais um artigo interessante do Diário de Notícias (1 de Junho de 2006) que vale a pena lêr…

Natalidade atingiu nível mais baixo desde 1995

Maria João Caetano *

No ano passado nasceram apenas 109 266 bebés em Portugal – o número mais baixo desde 1995. Pelo terceiro ano consecutivo, houve uma queda na taxa de natalidade.

O fenómeno não é recente, nem tipicamente português – é essa a tendência um pouco por toda a Euro- pa -, mas torna-se cada vez mais preocupante. Actualmente, mais de metade das famílias não têm qualquer filho e 24% optam por ter um único filho. Apenas 3% dos casais têm três ou mais filhos. A situação só não é pior porque as vagas sucessivas de imigrantes rejuvenescem o mapa de Portugal.

“A queda da natalidade começou no início dos anos 60, até que em 1986 atingimos o indicador da fecundidade actual, que é de 1,4 filhos por mulher”, explica Mário Leston Bandeira, presidente da Associação Portuguesa de Demografia. “Este indicador tem-se mantido constante e é o valor da Europa dos 15. É muito baixo. Significa que não estamos a assegurar a substituição das gerações.” Envelhecemos a olhos vistos.

Ana Nunes de Almeida, investigadora do Instituto de Ciências Sociais, considera o caso português curioso: “Entrámos tarde na modernidade demográfica, mas, quando entrámos, fizemo-lo a uma velocidade vertiginosa. Os índices de fecundidade baixaram drasticamente.”

O que os números mostram, antes de mais, é que há um acesso muito generalizado a métodos contraceptivos, sobretudo à pílula. Mas, como lembra Ana Nunes de Almeida, “é evidente que não teríamos uma procura de contracepção se não tivéssemos hoje valores diferentes em relação à família, aos casais, ao papel da mulher e à criança.” A queda da natalidade é, em primeiro lugar, fruto de uma mudança de mentalidades.

Mulheres activas

“Sem contracepção e sem o controlo da natalidade, as mulheres continuariam a ter o mesmo papel na sociedade. A mulher libertou-se das maternidades sucessivas e isso é um progresso”, diz Leston Bandeira. Hoje, as mulheres já não ficam em casa a tomar conta dos filhos. Pelo contrário, enchem as universidades, trabalham, têm uma carreira, ocupam cada vez mais lugares de chefia. “Isso é positivo, mas tem consequências”, declara o demógrafo. A primeira é o adiamento da decisão de ter filhos. Não por acaso, actualmente as portuguesas têm o seu primeiro filho aos 27,5 anos.

Mais: as mulheres portuguesas são das que trabalham mais horas em toda a União Europeia, mas os homens continuam a não partilhar nem as licenças nem as responsabilidades da paternidade. “Quando são jovens, as mulheres competem em pé de igualdade com os homens no emprego”, explica a investigadora Virgínia Ferreira, da Universidade de Coimbra. “À medida que começam a ter filhos, além das licenças e do horário reduzido, passam a estar menos disponíveis para fazer horas extraordinárias, para trabalhar em turnos nocturnos ou fins-de-semana, faltam mais.” A mulher passa a ser prejudicada no seu emprego e, para evitar sentimentos de insatisfação e frustração, opta por ter menos filhos. A solução? Virgínia Ferreira deixa o desafio: “Temos que tirar os homens do emprego e mandá-los para casa.”

Porque é preciso ter tempo de qualidade para dar a cada um dos filhos, dizem as teorias mais recentes. Nas últimas décadas, “as crianças passaram a ser vistas como seres únicos especiais, que merecem carinho e atenção dos pais”, afirma Ana Nunes de Almeida. Não admira, portanto, que “a queda da fecundidade coincida com a massificação do ensino em Portugal.” Em vez de irem trabalhar e contribuírem para o orçamento familiar, as crianças vão para a escola e ficam “afectiva e economicamente dependentes dos pais durante muito mais tempo”.

Orçamento apertado

Claro que há opções: um dos membros do casal poderia ficar em casa ou trabalhar em tempo parcial para ter tempo para os filhos. “Poderia? Com os índices de pobreza do nosso país, isso é muito complicado”, avisa Ana Nunes de Almeida. São poucas as famílias portuguesas que podem dispensar parte do seu rendimento ou que sequer possam contar com o apoio da família (onde estão os avós?) na difícil tarefa de educar as crianças. “O que me preocupa é o facto de os ideais de fecundidade de muitos casais serem superiores ao número de filhos que de facto têm, o que significa que há uma margem de insatisfação”, conclui esta investigadora. Os portugueses têm noção de que o número de filhos influencia a sua qualidade de vida.

“Ter um filho implica uma grande disponibilidade para sacrifícios e ter recursos económicos para o sustentar. Ter um filho, hoje em dia, é um luxo”, assegura Leston Bandeira. Um luxo com muitas despesas. A começar no preço das casas (mais filhos, mais assoalhadas) e das creches, passando por todos os outros gastos com as necessidades básicas e o lazer. “Temos um curva da fecundidade em U. Quem tem mais filhos são as classes mais pobres, menos informadas, e as classes altas. As classes médias têm menos filhos porque são as mais sacrificadas”, diz Leston Bandeira.

Como alterar esta tendência? Para Ana Nunes de Almeida, o envelhecimento da população é “um sinal dos tempos”, contra o qual nada pode ser feito. “É a sociedade que temos, não me parece que seja um problema. Preocupa-me na medida em que que uma sociedade envelhecida é muito menos aberta à inovação e à mudança.” Apesar disso, a socióloga não tem dúvidas: “Devia compensar-se os corajosos que todos os dias têm filhos, mesmo os pais de um único filho ou de dois filhos. Porque com as condições que temos neste país é preciso ter coragem”.

*Com Céu Neves

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BOAS FÉRIAS!!!!

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Na sua viagem natalícia a Moçambique a Ana Rita Franco tirou uma fotografia muito elucidativa do que é uma savana. Pelo aspecto, ainda se trata de um clima tropical farncamente chuvoso, possivelmente ainda trpoical húmido, pois, a par de vegetação arbustiva e rasteira (em primeiro plano) ainda se observa floresta relativamente densa (segundo palno). Mas, a existência de grandes clareiras e as árvores de menor altitude não deixam qualquer dúvida sobre o  estarmos perante uma savana.

PTG

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