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Archive for the ‘Imagens de climas’ Category

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Fonte: National Geographic

 

A Imagem ilustra o apsecto de uma chuva torrecial numa região desértica. Neste caso trata-se das Badlands de Mussentuchit no estado de Utah (Estados Unidos da América). A chuva vista ao longe dá a sensação de que a núvem que lhe dá origem se está a “desfazer” na sua base. Este tipo de chuva nas regiões desérticas está normalmente associada a fortes correntes convectivas causadas pelo grande aquecimento do substrato. É pois uma chuva de tipo convectivo, muito concentrada no espaço e no tempo que, em regiões desérticas, pode mesmo dar origem a cursos de água temporários.

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Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Foto: Diogo Monteiro

Recentemente foi colocado um “post” sobre os nevoeiros de radiação no Parque de Vanicelos em Setúbal. Na altura tinha referido que esse tipo de nevoeiros era muito frequente em Trás-os-Montes. Essa maior frequência prende-se com as características do relevo da região, onde pontuam grandes áreas montanhosas e vales mais ou menos profundos. Assim, o processo é, resumidamente, o seguinte:

  • O ar frio forma-se no topo das montanhas mais altas;
  • O arrefecimento nocturno é mais acentuado em dias de calma atmosférica e de céu limpo;
  • O ar frio como é mais pesado e mais denso tem tendência a descer para as áreas topograficamente mais deprimidas (fundos de vale, áreas planas de menor altitude);
  • Formam-se, assim, “lagos de ar frio” em regiões de menor altitude;
  • O ar frio que torna-se visível pela condensação que se gera em virtude da descida da temperatura formando nevoeiros mais ou menos densos;
  • O gradiente térmico em altitude é diferente do habitual. Nestas situações, as regiões a altitudes mais elevadas estão ligeiramente mais quentes do que as regiões de menor altitude, pois o ar frio deslocou-se para os fundos de vale e áreas topograficamente mais deprimidas;
  • Estes nevoeiros, durante o Inverno, podem manter-se mesmo durante o dia, pois o aquecimento diurno não é suficiente para o dissipar.

As fotos (tiradas por Diogo Monteiro) mostram os cumes da Serra do Alvão perto de Lamas d’Olo, uma pequena aldeia perto de Vila Real situada a grande altitude. O nevoeiro que se observa tapa por completo a cidade de Vila Real que deveria estar visível. Os cumes da Serra do Alvão estão soalheiros e a sensação de conforto climático é bem maior do que se sente na cidade de Vila Real, tradicionalmente mais quente que os cumes montanhosos que a envolvem.

Estes nevoeiros invernais sobre a cidade de Vila Real podem manter-se durante vários dias.

Um agradecimento especial ao Diogo que me enviou estas extraordinárias fotos.

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Ponte 25 de Abril

    Esta imagem mostra a ponte 25 de Abril, no dia 15 de Fevereiro de 2007, às 15h18min, sobre uma forte nebulosidade que se verifica na cidade de Lisboa.

    A imagem foi retirada do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:391143494_42a2c745f7.jpg
Inês Palma nº15 8ºE

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Numa aula passada falou-se de umas filmagens sobre o avanço de uma tempestade de areia que avaçava sobre uma base americana no Iraque. Fui procurar ao Youtube e aqui está ela!!

Impressionante!! Reparem que o dia se transforma em noite numa questão de poucos segundos.

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glaciar-argentina-viedma.jpg

Uma imagem extraordinária do Glaciar Viedma na Argentina. Este glaciar está localizado nos bancos de gêlo da Patagónia, na ponta mais meridional da América do Sul. As linhas paralelas mais escuras que se podem observar são as chamadas “moreias glaciares” que não são mais do que detritos de rocha, solo e outro material geológico. Também visíveis estão uma formas que surgem como pequenos enrugamentos ou pequenas dobras, mas que na realidade se trata de um conjunto de falhas no gêlo. Estas falhas designam-se por crevasses e podem ter profundidades apreciáveis. Estas crevasses estão orientadas de forma perpendicular às linhas de moreias.

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A chegada da estação das chuvas na Amazónia do Sul.

Normalmente, está generalizada a ideia de que a Floresta da Amazónia é equatorial e, por isso, chove aqui ao longo de todo ano. De facto, não é bem assim. Há extensas áreas na Amazónia que têm um clima tropical, portanto com uma estação seca.

A Norte do Equador a estação chovosa ocorre entre Junho e Agosto, pelo menos, é nesta época do ano em que as chuvas são mais intensas. A sul do Equador ocorre entre Outubro a Abril (que, em Portugal, são os meses mais frios).

Este conjunto de fotografias (obtidas no site da NASA- “Earth Observatory”) ilustra a chegada da estação chuvosa no Sul da Amazónia. Em cima (7 de Agosto) o céu está praticamente limpo e quase não se observam núvens. No meio (25 de Agosto) o céu está coberto de núvens do tipo Cúmulo-nimbos, que tem uma forma típica em “pipocas”. São núvens que indiciam chuva forte e trovoadas. Em baixo (3 de Setembro) o início da estação chuvosa atestado por núvens de tempestade que são, basicamente, cúmulo-nimbos mais desenvolvidos. Estas núvens podem atingir o cimo da Troposfera, ou seja, podem ter aproximadamente 15 kms de espessura. São também conhecidas por núvens de desenvolvimento vertical que formam com pressões muito baixas.

Estas tempestades resultam do movimento para Sul das baixas pressões equatoriais que se começa a verificar em Setembro, o fim do nosso Verão.

PTG

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