Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for the ‘Geologia’ Category

As cristas quartzíticas da região de Marvão são responsáveis por imponentes relevos de dureza, que vão bem para além desta região. A figura ilustra bem de perto um desses afloramentos quartzíticos (visto do Castelo de Marvão) que, por serem mais resistentes à erosão do que as rochas envolventes, são responsáveis por relevos de dureza que se dispõem em linhas que, por vezes, chegam a atingir vários quilómetros. Veja-se o contraste entre um relevo movimentado nos afloramentos quartzíticos e uma área aplanada em redor de Marvão, cujo Castelo se situa, precisamente, num dos pontos mais elevados destas cristas.

 

Anúncios

Read Full Post »

glaciar-argentina-viedma.jpg

Uma imagem extraordinária do Glaciar Viedma na Argentina. Este glaciar está localizado nos bancos de gêlo da Patagónia, na ponta mais meridional da América do Sul. As linhas paralelas mais escuras que se podem observar são as chamadas “moreias glaciares” que não são mais do que detritos de rocha, solo e outro material geológico. Também visíveis estão uma formas que surgem como pequenos enrugamentos ou pequenas dobras, mas que na realidade se trata de um conjunto de falhas no gêlo. Estas falhas designam-se por crevasses e podem ter profundidades apreciáveis. Estas crevasses estão orientadas de forma perpendicular às linhas de moreias.

Read Full Post »

 O mapas topográfico do Monte Everest (em cima) e a imagem do monte vista de satélite (em baixo) devidamente indicada com a seta.

Reparem como as cristas mais elevadas estão bem marcadas, com declives mais elevados junto ao topo e mais suaves na base. os galciares estão também bem visíveis quer no mapa topográfico, quer na imagem de satélite.

 A altitude do Monte Everest foi recentemente revista e está aceite que o cume chega aos 8850 metros. Esta medida foi obtida utilizando tecnologia GPS numa expedição em 1999. Tal valor marca um aumento de 2 metros em relação ao anterior valor.

Estará o Monte Everest ainda a crescer? Há quem pense que sim, resultado da força que o sub-continente indiano continua a exercer na Ásia. De acordo com a teoria da tectónica de placas a Índia terá vindo numa trajectória de Sul para Norte e ao chocar com o continente asiático, dobrou os sedimentos que se encontravam no meio, dando origem a um conjunto de dobras que constituem hoje a cadeia dos Himalaias.

Read Full Post »

 O maior vulcão da Nicarágua com 1600 metros de altitude, fotografado elos astronaustas da Estação Espacial Internacional, no dia 10 de Maio de 2007. Mais uma vez a forma típica em cone é bem visível, mas desta vez, ao contrário do vulcão do Pico, podemos observar uma pluma de fumo (ou mais provavelmente vapor) atestando que se trata de um vulcão activo. Esta pluma origina algum nevoeiro, vertente abaixo.

Um aspecto bem marcado é o da rede hidrográfica que deixas profundas “cicatrizes” nas vertentes do vulcão. A estrutura radial da rede hidrográfica é, nesta foto, bem visível.

Nas vertentes mais baixas observa-se um padrão em forma de rede da ocupação agrícola do solo interrompido, por vezes, por extensas manchas de floresta.

Este vulcão entrou em erupção cerca de 25 vezes nos últimos 125 anos, o que torna a vida das populações que vivem na base do vulcão algo difícil. Estima-se que a população envolvente a este vulcão, em pequenas vilas e aldeias que o rodeiam, ronde os 5 000 habitantes. 

Esta imagem foi obtida a partir do site da NASA (“Earth Observatory”)

PTG

Read Full Post »

sao_miguel2.jpg

O relevo da Ilha de São Miguel (Açores) de acordo com um modelo utilizado pelo Projecto CLIMAAT. Podem distinguir-se três grandes vulcões que, após as últimas erupções, se transformaram em extensas caldeiras. A Ocidente temos a caldeira da Lagoa das Sete Cidades, na região central da Ilha a caldeira da Lagoa do Fogo e, na parte mais oriental, a caldeira da Povoação, cuja vertente Sul já se desmoronou, fruto da acção erosiva do mar. Veja-se a rede hidrográfica que se organiza em função destes antigos vulcões. É um padrão de drenagem dito radial, que se faz do centro para a periferia, ou seja, dos cumes das caldeiras vulcânicas para a base.

PTG

Read Full Post »

rockymountains.jpg

Um aspecto das Montanhas Rochosas.

Uma extensa Cordilheira que se estende do Canadá até ao Mexico. Atravessa, pois, todo o território ocidental dos EUA. Para além de muito extensa em latitude, esta cadeia de Montanhas é igualmente extensa em largura.

 grandcanyon2.jpg

A oriente desta cadeia de montanhas, no sudoeste dos EUA está o Grand Canyon. É uma “garganta” formada pelo Rio Colorado ao longo de seis milhões de anos. tem 446 km de comprimento, portant, praticamente o comprimento de Portugal de Norte a Sul! Pode atingir profundidades de perto de 1,6 km, ou seja, 1600m. São profundidades superiores a 3 Serras da Arrábida, uma Serra do Marão, ou quase, uma Serra da Estrela.

 grandcanyon.jpg

Read Full Post »

Hoje, por volta das 10.30horas foi sentido um sismo em Portugal de uma magnitude já apreciável. De acordo com a legenda destes mapas do site de sismos do United States Geological Survey (USGS), o sismo terá atingido um valor entre o grau 5 e o grau 6 da escala de Richter. Estes valores já colocam este sismo dentro da categoria dos moderados, muito próximo dos sismos fortes que são classificados a partir de um valor de magnitude 6.3.
Em Portugal a melhor i nformação que se obteve na hora sobre este sismo foi mesmo americana e deste site (USGS). O site do Instituto de meteorologia bloqueou e não conseguiu cumprir de forma adequada com as suas obrigações.
O site do USGS tem muita informação sobre sismos para várias classes etáias mas está em inglês. No entanto, é sempre um bom treino para a língua estrangeira e uma fonte muito completa de informação, para alunos e professores. Se tiveres uma oportunidade dá uma “vista de olhos”.
PAMTG

Read Full Post »