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Archive for the ‘Mapas’ Category

This map shows links between a few countries concerning scientific collaborations. This spatial pattern is also visible in many other datasets (namely the Facebook connections map). It shows that globalization isn’t always the rule. In the case of scientific collaborations, “global” means a minority of countries.
Notice that shorelines are not present in this map, although we can inferred the shapes of the continents.

See more details in : http://collabo.olihb.com/

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tweetping.net

The World according to tweeter. This is a snapshot of the World between 8:30 AM and 9:00 AM GMT. Excellent tool to study population distribution.

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tweetping.net

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Map Maker Interactive by National Geographic

Build your own maps!

mapmaker

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No Link em baixo está uma boa aula sobre a importância das projeções cartográficas. É da National Geographic e é bom, didático e muito pedagógico… Vale a pena ver

Projeções Cartográficas

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 O mapas topográfico do Monte Everest (em cima) e a imagem do monte vista de satélite (em baixo) devidamente indicada com a seta.

Reparem como as cristas mais elevadas estão bem marcadas, com declives mais elevados junto ao topo e mais suaves na base. os galciares estão também bem visíveis quer no mapa topográfico, quer na imagem de satélite.

 A altitude do Monte Everest foi recentemente revista e está aceite que o cume chega aos 8850 metros. Esta medida foi obtida utilizando tecnologia GPS numa expedição em 1999. Tal valor marca um aumento de 2 metros em relação ao anterior valor.

Estará o Monte Everest ainda a crescer? Há quem pense que sim, resultado da força que o sub-continente indiano continua a exercer na Ásia. De acordo com a teoria da tectónica de placas a Índia terá vindo numa trajectória de Sul para Norte e ao chocar com o continente asiático, dobrou os sedimentos que se encontravam no meio, dando origem a um conjunto de dobras que constituem hoje a cadeia dos Himalaias.

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 O maior vulcão da Nicarágua com 1600 metros de altitude, fotografado elos astronaustas da Estação Espacial Internacional, no dia 10 de Maio de 2007. Mais uma vez a forma típica em cone é bem visível, mas desta vez, ao contrário do vulcão do Pico, podemos observar uma pluma de fumo (ou mais provavelmente vapor) atestando que se trata de um vulcão activo. Esta pluma origina algum nevoeiro, vertente abaixo.

Um aspecto bem marcado é o da rede hidrográfica que deixas profundas “cicatrizes” nas vertentes do vulcão. A estrutura radial da rede hidrográfica é, nesta foto, bem visível.

Nas vertentes mais baixas observa-se um padrão em forma de rede da ocupação agrícola do solo interrompido, por vezes, por extensas manchas de floresta.

Este vulcão entrou em erupção cerca de 25 vezes nos últimos 125 anos, o que torna a vida das populações que vivem na base do vulcão algo difícil. Estima-se que a população envolvente a este vulcão, em pequenas vilas e aldeias que o rodeiam, ronde os 5 000 habitantes. 

Esta imagem foi obtida a partir do site da NASA (“Earth Observatory”)

PTG

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A ilha do Pico com 2351 metros de altitude

É um relevo com uma forma típica em cone, característica das ilhas vulcânicas. É o ponto mais alto de Portugal ( a Serra da Estrela tem 1990 metros de altitude).  Durante o Inverno a Ilha do Pico pode ter neve a partir dos 1200 metros de altitude.

De reparar que quando esta fotografia foi obtida, o andar de núvens que ficava abaixo do ponto mais elevado. O mapa topográfico da ilha é um caso bem ilustrativo deste tipo de relevo. As curvas de nível dispôem-se de uma forma concêntrica, tendo valor mais elevado no centro e mais baixo junto ao litoral, conferindo uma forma em cone muito nítida.

De notar também que o declive é bem mais elevado junto ao topo do que na base do vulcão, como se pode ver pela maior proximidade das curvas de nível junto ao topo. Assim, quem quiser escalar o Pico tem que se preparar para enfrentar a parte mais dura precisamente no fim, quando se está mais cansado.

Um outro aspedcto interessante é verificar a organização da rede hidrográfica. Tem uma estrutura radiocêntrica, escoando do centro (onde estão as altitudes mais elevadas) para a periferia (litoral, altitudes mais baixas). Os rios são visíveis no mapa topográfico como entalhes mais ou menos vigorosos nas vertentes do vulcão.

PTG

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